sexta-feira, 29 de junho de 2012

"É a Vida!" [31]

Quando confrontados com a nossa própria morte surge o medo da separação daqueles que amamos, medo de que a ruptura dos laços provoque o esquecimento, medo de assistir à própria degradação física e talvez mental, medo de perder uma certa imagem de si, de perder o controlo das coisas, de perder a autonomia e de ficar dependente...


"É a Vida!" [30]

O perdão mantém o outro vivo!
Perdoar-me mantém-me viva!
Perdoar-me e perdoar...


"É a Vida!" [29]

Morro com ele...
E a perda dá espaço a surgirem coisas novas!
 Agora vive em mim de outra forma
PERTENCE-ME

"É a Vida!" [28]


A PERDA leva ao surgimento de novos sentimentos dos quais, muitas vezes, as pessoas não sabem lidar e, por isso, têm tendência a fugir.

O negativo da morte é ela não ter sentido, por isso a necessidade de lhe dar um sentido!
O segredo está em lhe dar lugar e não em arrancá-la como se de espinhos se tratasse...
Andará em rebuliço enquanto não encontrar o seu lugar!

"Quando um rio não desagua torna-se uma contradição!"


A percepção da morte leva-me à procura do sentido do que vivo e a respeitar a (fragilidade da) vida dos outros. A felicidade nasce assim da possibilidade de mudar, de crescer, de aprender...

Pergunta errada:
Porquê? Que mal fiz eu?

Pergunta certa:
Como? Para que? Onde isto me leva?