Fernando Pessoa
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
"É a Vida!" [19]
"É a Vida!" [18]

"O medo da morte é irracional. A razão humana diz-nos, a todos nós, que somos perecíveis, que vamos, um dia, deixar de existir como pessoas concretas com os pés bem assentes na terra tosca e a cabeça erguida para as estrelas rutilantes."
Enquanto que o medo da cobra ou da doença é algo racionalmente inteligível e compreensível, o medo da morte é algo que se pode chamar de absurdo, dado que, tal como proferiu Daniel Serrão "...o horizonte natural da vida é como o ocaso do sol que desaparece na linha visível do horizonte oceânico..."
Daniel Serrão
Enquanto que o medo da cobra ou da doença é algo racionalmente inteligível e compreensível, o medo da morte é algo que se pode chamar de absurdo, dado que, tal como proferiu Daniel Serrão "...o horizonte natural da vida é como o ocaso do sol que desaparece na linha visível do horizonte oceânico..."
"É a Vida!" [16]

Em contrapartida, para os bebés a morte é sentida apenas como uma separação, dado que só a partir dos 4/7 meses é que começam a adquirir algumas adaptações à perda.
É importante conhecer a vinculação da criança com a pessoa que morre e as circunstâncias em que esta se deu (violenta?, súbita?)...
As reacções ao luto vão depender da etapa de desenvolvimento da criança e deve-se procurar ter sempre em consideração a importância das memórias.
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